Diferente de outras cidades, como São Paulo, em que projetos de novas construções, sejam residenciais ou comerciais, só são aprovados com a previsão de estações de carregamento de veículos elétricos, em Fortaleza, esse é um mercado que tem se movimentado devagar, mas que está evoluindo. Segundo representantes do setor imobiliário, esse movimento tem relação direta com a frota de carros eletrificados que começam a circular nas ruas do Estado.

Sérgio Porto, presidente do Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis, Flats, Incorporadoras, Condomínios Residenciais e Comerciais e Shoppings (Secovi-CE), uma condição praticamente obrigatória e de que os novos prédios já comportem tomadas individuais ou, pelo menos, tomadas gerais coletivas nos pavimentos de garagem.

Já para os empreendimentos já existentes, ele lembra que a adaptação vai sendo feita conforme a demanda.

“O movimento do governo federal em retirar os incentivos de venda para carros elétricos, aprovado na reforma tributária, tem deixado as adaptações de condomínios já existentes em suspenso. No ponto de vista econômico, está uma queda de braço e ninguém sabe como vai ficar, mas a tendência é que os carros fiquem mais caros.”

Porto exemplifica que, se o condomínio possui cem vagas e apenas três carros elétricos, dificilmente a assembleia vai concordar em ter qualquer tipo de aumento de custo na parte de implantação de tomadas elétricas quando a minoria possui essa necessidade e pode ainda usar em outros empreendimentos que já possuem, como mercados, postos de combustíveis entre outros.

“Agora, a partir do momento que se tem 30%, 40%, ou até mesmo 50% dos condôminos com carros elétricos, a assembleia terá que deliberar sobre a adaptação para esses carros elétricos. Isso é uma demanda gerada a partir do aumento da frota”

SÉRGIO PORTO
Presidente do Secovi-CE

“Então, esse ano, com essa política, acreditamos que a venda de carros elétricos vai cair e demoraria mais anos ainda para que os condôminos antigos se moldem ou tenham essa demanda”, completou.

Outro ponto levantado, porém, pelo presidente do Secovi, é o perfil de empreendimento imobiliário smart, ou os automatizados. Esses imóveis, independente da frota e procura por veículos elétricos, possuem no seu DNA a exigência de já ser adaptado a esta tendência de mercado e mobilidade.

“Diferente do modo em que começamos essa adaptação, onde se tinha uma tomada para abastecimento por pavimento de garagem, por exemplo, nestes condomínios de apartamentos entre 30 e 40 m², onde se tem mais área comum e de convivência, a demanda é pela vaga privativa já equipada. Mas nos condomínios mais normais, digamos assim, a demanda ainda é pelo dispositivo de carregamento coletivo.”

E, no caso do exemplo das estações coletivas, Porto lembra que a despesa é rateada por todos os condôminos. “Naturalmente essa nova tecnologia é colocada no custo total do condomínio.”

Contudo, reforça, não é uma preocupação da classe média se o condomínio possui ou não preparação, ou até mesmo as tomadas de abastecimento. “Esse é um automóvel da classe alta, que a pessoa usa por opção, ou de jovens, que também tem uma renda alta e se preocupam em usar um transporte não poluente, digamos assim.”

COMO O BRASIL E O CEARÁ FECHARAM 2023 NOS EMPLACAMENTOS DE CARROS ELETRIFICADOS

Segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (Abve), 2023 foi um ano muito bom para o mercado dos carros eletrificados. Isso porque as vendas bateram todas as previsões, chegando ao número de 93.927 emplacamentos, o que representou um crescimento de 91% sobre as vendas de 2022 (49.245). Ainda assim, esses veículos de zero emissão representam apenas 0,89% do total comercializado.

No ranking brasileiro, o Ceará aparece em 12º lugar, com 1.941 veículos emplacados, o que representa 2,1% do total nacional. No ranking de municípios, Fortaleza também aparece em 12º lugar, com o total de emplacamentos de 1.521. A Capital é a terceira cidade do Nordeste, atrás de Salvador e Recife.

Na evolução de 2022 para 2023, o Ceará aparece como quarto colocado no País, atrás apenas do Espírito Santo, Distrito Federal e Alagoas, subindo de 909 emplacamentos para os 1.941 (alta de 113,5%). Já na comparação entre municípios, Fortaleza figura em 6º lugar com um aumento de 138,8%, em relação a 2022.

A região Nordeste, que possui 13% (11.788 veículos) do total de emplacamentos em 2023 no Brasil, apesar de ocupar a quarta posição, apresentou uma grande evolução na comparação com 2022, tendo um crescimento de quase 100% em relação a 2022, quando foram emplacados 6.175 veículos.

Neste contexto, Fortaleza é a segunda cidade com maior crescimento, perdendo apenas para Maceió (153,4%), e ficando a frente de Recife (104,7%), no processo da eletromobilidade na região.

NOVOS IMÓVEIS COMEÇAM A SE PREPARAR

Reforçando o que o Secovi vem notando a respeito do assunto, Patriolino Dias, presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado do Ceará (Sinduscon-CE), afirma que os condomínios de Fortaleza, de uma forma geral, ainda têm pouquíssimas pessoas utilizando esses equipamentos. “Mas sabemos que a demanda está aumentando ano após ano.”

Ele explica que empreendimentos do alto padrão, com valor de venda em torno de R$ 1 milhão, já possuem a infraestrutura pronta para que o proprietário possa ter a sua tomada apropriada na vaga de garagem e ter o valor consumido cobrado diretamente no seu medidor de luz.

“Porém, é preciso sempre se pensar que para as construtoras toda essa preparação e espera para os carregadores de veículos elétricos possui um custo repassado para o preço final do imóvel.”

Ele pondera que é por esse motivo do valor e perfil de público que esse custo de um plano maior de energia para o empreendimento ainda não ocorre nos de perfil econômico e popular.

“Assim como o carro elétrico ainda é uma realidade para um perfil de consumidor, o empreendimento preparado para abastecê-lo também é direcionado para esse perfil e acaba sendo uma realidade apenas para o perfil do comprador de altíssimo padrão”, reforça Patriolino.

COMO AS ADMINISTRADORAS SE PREPARAM PARA ESSA REALIDADE

Antes do consumidor adquirir um carro elétrico, se ele morar em um apartamento, seria prudente ele se informar sobre a estrutura já oferecida ou sobre a possibilidade de se construir uma. Adriana Sousa, gerente administrativa de Condomínios no Grupo Atitude Serviços, afirma que todas essas demandas sempre devem ser levadas ao síndico e que ele convoque uma assembleia.

“Justamente para que os condôminos decidam o que vai ser feito, com relação à estrutura no estacionamento. Em alguns casos o condomínio pode fazer essa estrutura, com a aprovação da Assembleia, para que todos os condôminos que venham a possuir esse tipo de carro já tenham acesso na garagem.”

Em outros casos, ela afirma que se é apenas um condômino, ou um grupo pequeno de moradores, por exemplo, eles podem contratar o serviço para fazer a estrutura, dividir os custos e, posteriormente, se faz o pedido na companhia de energia para a ligação dessa estrutura nos próprios medidores individuais, gerando uma cobrança apenas para quem utiliza.

O presidente da Associação das Administradoras de Condomínios do Ceará (Adconce), Marcus Melo, comenta que o assunto carregamento de carros elétricos é pauta recorrente para as administradoras.

“As administradoras de condomínio estão sugerindo fazer o que é o correto nestes casos. Se o condomínio está preparado para receber carros elétrico, como os mais novos, ótimo. Os (condomínios) antigos, ou os que não foram preparados, o que a gente sugere é que se procure o responsável pelo projeto elétrico do empreendimento para saber se há condições de se colocar os carregadores, a partir da capacidade comportada, ou se é necessário aumentar a rede, caso todos (os moradores) queiram no futuro ter um carro elétrico.”

Ele ainda reforça que essa é uma pauta coletiva e que precisa ser resolvida desta forma, em coletividade com os condôminos, apresentando a solução segura.

EMPRESAS APRESENTAM SOLUÇÕES NA HORA QUE TODOS PRECISAM RECARREGAR

Um dos pontos que precisa ser levado em conta quando se fala em carregamento de veículos eletrificados é a quantidade de energia consumida por um carregador em corrente alternada. Atualmente, a maioria dos equipamentos utiliza um carregador de 7 kW. Para se ter uma ideia, é o equivalente a um chuveiro elétrico bem potente. Porém, vale lembrar que no mercado há, segundo a Zletric, uma das empresas precursoras em soluções para carregamento de carros eletrificados, modelos de carregadores no mercado, com potências que variam de 3,6 kW e 22 kW.

O Ceo da empresa, Pedro Schaan, destaca que mais do que uma solução para condomínios residenciais e comerciais, o que se precisa pensar neste momento de transição energética é na coletividade. Ele explica que soluções individuais são aceitáveis em residências únicas, onde o morador instala na sua casa o equipamento para carregar o seu veículo ou o seu e dos demais familiares. A partir do momento em que se mora em condomínio, é preciso bom senso e planejamento para não sobrecarregar os sistemas.

Nesse sentido, a empresa oferece um serviço de enfileiramento de cargas, onde a rede vai carregando os veículos um após o outro, sem sobrecarregar.

“Para ficar com a bateria 100% carregada, com a média de 30 quilômetros diários rodados, por exemplo, é necessária uma carga de duas horas. Assim, durante todo o período da noite, por exemplo, com o enfileiramento, conseguimos carregar os veículos de morador A, B e C, e quantos mais tivermos, um ou um grupo após o outro, sem ter que mexer na elétrica do prédio e fazendo a cobrança individualizada.”

Já Clemente Gauer, relações Institucionais da Tupinambá Energia, destaca que quando se trata de frotas, geralmente é realizado um projeto de dimensionamento de carga elétrica para se atender toda a demanda de recarga.

“No passado, esse era um desafio complexo de ser resolvido frente a eventuais limitações do projeto elétrico ou do contrato com a concessionária de energia. Por conta da substancial redução do custo operacional, enxergamos como inexorável a migração para os veículos 100% elétricos, ainda que no Brasil essa tendência custe mais tempo para se concretizar.”

 

Fonte: Diário do Nordeste

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